Público-Alvo

Para se dar início a quaisquer tipos de estratégia de marketing digital, a nossa primeira preocupação é definir qual é o público-alvo do nosso cliente. Começamos por desenvolver personagens fictícios, denominadas “Persona” no meio digital.

Definir a Persona é fundamental para entendermos os gostos e a personalidade do público-alvo. Para isso obtemos alguns dados importantes para a construção da persona, que poderão ser, entre outras:

  • Idade ?
  • Onde mora ?
  • Quem é o seu potencial cliente (características físicas e psicológicas do responsável pela compra) ?
  • Que tipo de assunto interessa para ele sobre o seu setor ?
  • Quais são as atividades mais comuns que ele realiza (tanto pessoal quanto profissionalmente) ?
  • Qual seu nível de instrução ?
  • Quais seus desafios e obstáculos ?
  • Que tipo de informações ele consome e em quais veículos ?
  • Qual o ramo de atuação da empresa que compra a solução ?
  • Qual o cargo de quem compra ?
  • Quem influencia as decisões? A esposa, o chefe, o dono da empresa ?
Instalamos nos WebSites dos nossos clientes, um CRM (Customer Relationship Management) que nos ajuda no processo de construção da Persona. Contamos também com ferramentas de análise de audiência dos WebSites e com os insight(s) das redes sociais.

Aquisição de Tráfego

Com o público-alvo definido chegou o momento de gerar tráfego, atraindo pessoas com as mesmas carcterísticas. Existem vários caminhos possíveis para chegar ao destino final – neste caso, ao WebSite do nosso cliente. É fundamental mapear a chegada dos leads para saber qual é a estratégia que está funcionando melhor, qual aquela que precisa melhorar e em qual devemos investir mais.

Podemos considerar que existem as 6 fontes seguintes de tráfego digital:

  • Tráfego orgânico – É um tráfego não pago ! Poderemos dizer que acontece de maneira natural ! A conquista de tráfego orgânico é um processo demorado. É uma estratégia de Marketing Digital para médio e longo prazo. O sonho de qualquer empresa ou marca que esteja na internet é dar-se a conhecer ao máximo de pessoas com a menor despesa possível. No entanto, este parece ser um desejo cada vez mais difícil de ser realizado.
  • Tráfego pago – Para se obter resultados rápidos, é possível comprar tráfego por meio de links patrocinados ou anúncios. Os resultados são quase imediatos. Existem duas formas de tráfego pago; a Rede de Pesquisa (compra de tráfego através de links patrocinados ou anúncios) e a Rede de Display (compra de espaços e manchetes publicitárias em diversos sites).
  • Tráfego de referência – Esta fonte de tráfego descreve as pessoas que acessam o WebSite dos nossos clientes, vindas de outros sites, sem terem procurado nos motores de busca. Quando alguém clica num link presente nas redes sociais ou em outros sites. Nestes casos os sistemas de rastreamento do Google classificam os usuários como “visitantes de referência”.
  • Tráfego de e-mail marketing – Quando os usuários clicam em links existentes nos e-mails recebidos, gerando tráfego de e-mail marketing para os sites dos nossos clientes. Esse é um dos tráfegos mais difíceis de conseguir, pois exige que já se tenha um certo grau de relacionamento com o usuário. No entanto é esse o tipo de tráfego digital que normalmente gera mais cliques para as páginas dos sites.
  • Tráfego social – Este tipo de tráfego é gerado a partir das redes sociais. Acontece quando inserimos o endereço dos WebSites dos nossos clientes em posts nas mais diversas redes sociais. Através desse recurso é muito mais fácil promover e vender nas redes sociais. Nas pesquisas da Global Digital Overview 2022 em colaboração com a HootSuite, e através da SlideShare podemos analisar os resultados gerados pelas diferentes redes sociais e motores de busca. Estar presente nas redes sociais significa estar onde o público passa mais tempo !
  • Tráfego direto – Geralmente, o tráfego direto acontece quando os internautas já conhecem os sites dos nossos clientes. Eles podem ter descoberto em outros canais, inclusive de mídia offline, ou recebido indicações de amigos e influenciadores.

Inbound Marketing

Quando produzimos conteúdo para um público leigo, a tendência é que ele lembre de nós no futuro. Afinal de contas, foi a partir das nossas publicações que ele começou a entender melhor tudo que sabe hoje, isso aumenta as chances dele se tornar um cliente.

As mudanças no comportamento do consumidor são frequentes, assim podemos entender que os consumidores esperem que o marketing companhe essas mudanças. O Inbound está relacionado, tanto com os interesses do consumidor quanto com os dos nossos clientes, é a possibilidade de entregar o material certo, para o consumidor ideal, no momento que ele precisa.

Com mais resultados e menos investimento, o Inbound Marketing se mostrou ser uma técnica bastante forte para atrair clientes e consumidores, sem que seja necessário impor publicidades que podem atrapalhar a própria imagem e credibilidade de um produto ou empresa. Partindo do interesse pessoal dos clientes por determinados produtos, as empresas produtoras (neste caso, nós) conseguem uma divulgação eficiente !

Funil de Vendas

Nós sabemos, que geralmente as pessoas não realizam uma compra, sem ao menos fazer uma prévia pesquisa, seja para adquirir mais informações sobre um serviço ou produto ou mesmo para verificar melhores condições de preço, podemos dividir o funil de vendas em três partes: topo, meio e fundo.

Começamos por direcionar os nossos esforços para as pessoas que estão no topo do funil e que muito provavelmente não estejam interessados em determinado produto ou serviço. Para atrair a atenção dessas pessoas, teremos que secionar conteúdos qualificados e de interesse geral.

Com base na Pirâmide de Chet Holmes sabemos que:

  • 30% da nossa audiência têm a certeza de que não comprarão os produtos e não utilizarão os serviços que estamos propondo;
  • Outros 30% da nossa audiência, acreditam não estarem interessados, nos produtos ou serviços que lhes propomos;
  • Os outros 30% da nossa audiência, não estão sequer pensando nos produtos ou serviços que estamos propondo;
  • 7% da nossa audiência se mostra disposta a ouvir o que temos para oferecer; e
  • 3% da nossa audiência se dizem prontos para comprar os produtos ou utilizar os serviços que estamos oferecendo.

O fundo do Funil de Vendas é finalmente preenchido pelos 3% da nossa audiência, considerados potenciais compradores dos produtos ou utilizadores dos serviços que propomos. À primeira vista os resultados podem parecer escassos, mas não podemos esquecer que as audiências são feitas em larga escala.

Marketing de Conteúdo

Para que um funil de vendas seja eficiente, a criação dos conteúdos que serão oferecidos aos leads durante o percurso, é fundamental. Em cada etapa do funil é utilizada uma estratégia diferente, que faz o visitante caminhar até o objetivo final, que é COMPRAR os nossos produtos. ou UTILIZAR os nossos serviços. O marketing de conteúdo auxilia na trajetória do lead desde o topo até o fundo do funil, por isso precisamos entender como atrair e encaminhar e quais conteúdos devem ser entregues em cada uma das seguintes fases:

  • ATRAÇÃO (topo do funil) – Trata-se do primeiro contato que um usuário tem com a empresa. É com base nas informações que lhe fornecemos, que criamos uma relação com ele. Para isso é preciso oferecer conteúdos básicos de atração como artigos de blog, vídeos explicativos e materiais ricos nas redes sociais. A criação desses conteúdos deve ser focada na atualidade, de forma que consigamos esclarecer dúvidas que eles possam ter. Mesmo que não procurem efetuar uma compra agora, saibam no mínimo que o nosso cliente existe que os seus produtos ou serviços são de qualidade;
  • CONVERSÃO (meio do funil) – A partir do momento que o usuário interage com o nosso conteúdo de topo, é o momento de o alimentar e transformá-lo em lead. Por meio de materiais mais robustos, como e-books, infográficos e webinars, é possível solicitar algumas informações — como nome, e-mail e telefone;
  • VENDAS (fundo do funil) – Tal como aconteceu na nutrição (conversão), a intenção é que o lead interaja cada vez mais conosco, até o momento em que estiver pronto para comprar um produto ou utilizar um determinado serviço. Aqui, os conteúdos podem conter formulários para solicitação de orçamentos, incluir caminhos que direcionam o lead a entrar em contato com o time comercial, que aceitem e-mails informativos sobre os produtos ou serviços que possam ser oferecidos.

O marketing de conteúdo é uma técnica de marketing que envolve a criação e distribuição de conteúdos, que agregam valor ao seu público, criando uma relação positiva com a audiência e, consequentemente, atraindo mais oportunidades. Bem diferente do antigo marketing, que busca apenas “empurrar, forçando” os produtos e serviços, uma estratégia de Marketing de Conteúdo associada ao Inbound, oferece mecanismos que permitem cativar a nossa audiência e fazer vendas de forma natural.

SEO

“Search Engine Optimization” ou Otimização para Mecanismos de Busca, é um conjunto de estratégias e técnicas com o objetivo de potencializar e melhorar o posicionamento nos sites de busca, conquistando mais visitantes e consequentemente mais conversões. Para obtermos uma classificação alta nos mecanismos de pesquisa, temos que vencer a concorrência. Os nossos clientes precisam de sites melhores, mais rápidos e mais fortes.

O objetivo principal do SEO é que os nossos clientes apareçam nos resultados orgânicos, logo abaixo dos pagos, quando um usuário fizer uma pesquisa relacionada aos seus nichos.

Foi realizado um estudo que constatou que a busca gratuita recebe 14 vezes mais cliques que a paga, e a principal vantagem do SEO é conseguir atrair esses cliques para os WebSites dos nossos clientes. Quanto mais as suas páginas aparecem nos primeiros resultados de busca, maiores são as chances de aumentar sua autoridade no Google. Essa construção ajuda a alcançar mais tráfego, porque sempre que o usuário pesquisar por algo relacionado aos nichos desejados, ele vai confiar mais nas marcas da nossa clientela. Mas é importante lembrar que o trabalho de SEO leva tempo, pois o esforço de otimização de sites e a geração de conteúdo de qualidade ganham força com o passar dos meses.

No entando é bom saber que segundo um estudo conduzido por Rand Fishkin, CEO da agência SparkToro e um dos maiores nomes do SEO internacional, em parceria com a SimilarWeb, revelou que, em mais da metade das pesquisas feitas no Google, os usuários não clicam em nenhum resultado.

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